Fonte da Foto: Rikodrongo
Foi divulgado neste mês de abril o novo Mapa da Inclusão Digital da FGV. A pesquisa apresenta alguns elementos diferentes da primeira divugado em 2007, como as variaveis “panorâmas das razões de exclusão” e “possibilidades de banda larga”.
Chamou a minha atenção o gráfico que representa o motivo da não utilização da internet, mostrando um aumento daqueles que não sabem utilizar em contraponto àqueles que não usam porque não têm acesso ao computador. Clique aqui e acesse o Mapa.

maio 21, 2012 às 6:59 pm
é isso Profa. Jussara, você está tocando em um ponto super importente com essa questão das competências em informação e comunicação. Nesta perspectiva, é importante a presença da mediação humana, para evitar o aprofundamento da divisão nos lugares onde a exclusão parou de crescer. Percebe-se no atual mapa, que a questão do acesso tende a estabilizar. O importante agora é mostrar para os sujeitos (professores, alunos, consulentes de informação, etc.), as possibilidades de compartilhamento e liberdade que a internet pode proporcionar. Deixar de ator para ser autores do processo. Abraço e obrigada pela possibilidade de debate.
maio 21, 2012 às 12:35 pm
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maio 17, 2012 às 10:59 pm
Bárbara, desculpe se meu comentário aparecer em duplicidade… Mas é isso: acho que o conceito da inclusão digital evoluiu do acesso à máquina/rede para o acesso cognitivo à informação; e agora estamos numa outra rodada de evolução: do acesso à informação à capacidade de criar nova informação, trabalhar colaborativamente, estabelecer e manter relações a partir da Internet etc. Em suma, mais que competências em informação, estão aí competências em comunicação. E as pessoas que têm limitações nessas competências dizem que não percebem a necessidade de usar a Internet (provavelmente são as mesmas que ficam horas na fila do banco) ou dizem abertamente que não usam porque não sabem.
maio 17, 2012 às 10:39 pm
Muito interessante seu comentário. Vai na mesma linha daquilo que entendo como a evolução da inclusão digital, ou seja, se na década passada a inclusão digital superou a ideia do acesso à máquina para o acesso cognitivo à informação, agora está evidente a importância do direcionamento das pesquisas/ações para o desenvolvimento de competências. Eu, particularmente, advogo que há dois grupos principais: as competências em informação (já bastante discutidas) e as competências em comunicação (capacidade de estabeler e manter relacionamentos on line, trabalhar colaborativamente etc.)