A formação de redes no território digital

Os agentes sociais contemporâneos, embora singulares, são complexos por existirem e atuarem em rede.

As redes na concepção vertical – das quais se têm na atualidade formadas por agentes e atores – constituem uma realidade. Antes e depois dessas redes existe o espaço banal, espaço do cotidiano ou espaço de todos. Tanto o espaço banal quanto o espaço das redes (ou de poucos) coexistem no território.

O atual momento tecnológico, que propicia rapidez na mobilidade humana, material e de circulação de vários fluxos imateriais no ciberespaço, não está condicionado à desterritorialização. Compreende-se que o ciberespaço é um dos vetores que proporciona a mobilidade enquanto relação social, podendo indivíduos, grupos e coletividades estarem em vários lugares ao mesmo tempo.

O território se movimenta por meio do funcionamento, operação, estruturação e crescimento das redes sociais. Uma rede funciona por meio de conexões entre diferentes pontos e elementos articulados transformando-os em ‘nós’.

Diante desse contexto, verifica-se a estruturação de uma sociedade alicerçada em tecnologias de informação e comunicação que potencializam ainda mais as complexas redes, proporcionando transformações profundas nas atividades humanas.

Novo Mapa da Inclusão Digital FGV

Fonte da Foto: Rikodrongo
Foi divulgado neste mês de abril o novo Mapa da Inclusão Digital da FGV. A pesquisa apresenta alguns elementos diferentes da primeira divugado em 2007, como as variaveis “panorâmas das razões de exclusão” e “possibilidades de banda larga”.
Chamou a minha atenção o gráfico que representa o motivo da não utilização da internet, mostrando um aumento daqueles que não sabem utilizar em contraponto àqueles que não usam porque não têm acesso ao computador. Clique aqui e acesse o Mapa.

Projeto Abordagem Cognitiva para Inclusão Digital

ACID Clique aqui para visualizar o mapa do campo da pesquisa ACID

ACID Clique aqui para visualizar histórico da pesquisa publicada no ENANCIB

PUBLICAÇÕES EM EVENTOS (2009)
IX Colóquio Internacional sobre Poder Local (CIAGS)
I Simpósio Cidades Médias e Pequenas da Bahia (SEI)
IV Congreso para la Cibersociedad
X SEMPPG (UFBA)

Leituras ACID

A seguir lista de leituras sobre INCLUSÃO DIGITAL e MEDIAÇÃO auxiliares no projeto Abordagem Cognitiva em Inclusão Digital:

*. Inclusão Tecnológica e Direito à Cultura (Download)

*. Tecnologias da informação e comunicação na Educação (Download)

*. Desafios da inclusão digital: teoria, educação e políticas (Adiquirir)

1. ACID LA BRECHA DIGITAL: Mitos y Realidades (Download)
2. ACID Tópicos selectos de tecnologías de información con aplicaciones prácticas (Versão digital)
3. Information Technology Convergence, Innovation Management and Firm Performance

4. A abordagem Sense Making de Brenda Dervin

5. VYGOTSKY. Zone of proximal development. In.: Kosmix.

6. FINO, C.N. Vygotsky e a zona de desenvolvimento proximal.

7. Aprender a aprender: a pesquisa como alternativa metacognitiva (Dissertação).

8. Tuning América Latina: Reflexões e perspectivas do Ensino Superior na América Latina (Relatório Alfa).

9. Desafio para inclusão digital no Brasil – Artigo.

10. Digital inclusion e data profiling – Artigo que trata de tecnologias de vigilância nos EUA por trás das propostas de inclusão digital para minorias em desigualdade “crônica”.

Estatística sobre municípios baianos

A SEI lançou o Vol.2, da série em revista, das estatísticas dos municípios baianos que compõem os territórios de identidade. O volume atual tem como objetivo abordar o lado socioeconômico dos municípios do território Litoral Sul. Acesse a revista.

Observatório da abordagem cognitiva em ID

Projeto independente que visa mapear a produção brasileira  que trate dos aspectos cognitivos em Inclusão Digital.

Publicado em PROJETOS. 1 Comentário »
Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.

Junte-se a 388 outros seguidores