Os agentes sociais contemporâneos, embora singulares, são complexos por existirem e atuarem em rede.
As redes na concepção vertical – das quais se têm na atualidade formadas por agentes e atores – constituem uma realidade. Antes e depois dessas redes existe o espaço banal, espaço do cotidiano ou espaço de todos. Tanto o espaço banal quanto o espaço das redes (ou de poucos) coexistem no território.
O atual momento tecnológico, que propicia rapidez na mobilidade humana, material e de circulação de vários fluxos imateriais no ciberespaço, não está condicionado à desterritorialização. Compreende-se que o ciberespaço é um dos vetores que proporciona a mobilidade enquanto relação social, podendo indivíduos, grupos e coletividades estarem em vários lugares ao mesmo tempo.
O território se movimenta por meio do funcionamento, operação, estruturação e crescimento das redes sociais. Uma rede funciona por meio de conexões entre diferentes pontos e elementos articulados transformando-os em ‘nós’.
Diante desse contexto, verifica-se a estruturação de uma sociedade alicerçada em tecnologias de informação e comunicação que potencializam ainda mais as complexas redes, proporcionando transformações profundas nas atividades humanas.
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