Lançamento do livro Tecnologia e Mediação em Aracaju

No dia 19 de junho, às 18:00, será o lançamento do nosso livro Tecnologia e Mediação. Na ocasião teremos palestra do prof. Methanias Jr. sobre Big Data. Faça sua inscrição no SIGAA da UFS para receber o certificado de participação no evento. Quem convida é o mascote do LTI, Sr. Boquinha!

Lançamento-Aracaju-Livro-Tecnologia e mediação e Mesa Redonda sobre Big data.

Lançamento-Aracaju-Livro-Tecnologia e mediação e Mesa Redonda sobre Big data.

 

INCLUSÃO SOCIODIGITAL E A BIBLIOTECA PÚBLICA: reflexões…

INCLUSÃO SOCIODIGITAL E A BIBLIOTECA PÚBLICA: reflexões…

A sociedade brasileira é historicamente marcada por grandes desigualdades sociais. Segundo o censo demográfico do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE (2010), a taxa de analfabetismo no Brasil de pessoas com 15 anos ou mais anos é (9,6%), entre a população branca (5,9%), entre os negros é ainda maior (14,4%), e segundo a mesma fonte, ao menos uma proporção (60,5%) de domicílios tem alguma restrição de acesso à educação, proteção social ou serviços básicos domiciliares. Nesse contexto, surge uma nova necessidade humana; a inclusão sociodigital.

Quadro 1 - Inclusão digital Bibliotecas Públicas

Uma parcela muito grande da população brasileira sofre com o abandono e falta de acesso a serviços básicos. A biblioteca pública sempre foi um espaço de democratização da informação e sempre se apropriou das tecnologias disponíveis para fazê-la. Portanto, para continuar a exercer um papel inclusivo, essas instituições precisam transcender suas limitações tecnológicas, a fim de se tornarem um espaço democrático no exercício da cidadania.

O tema biblioteca pública e inclusão digital tem sido motivo de reflexões na sociedade contemporânea, que com advento contínuo de novas tecnologias, é constantemente modificada, desencadeando um processo de exclusão que vem se tornando decisivo para a manutenção de papéis sociais daqueles que estão à margem do uso das TIC. (SANTANA, 2016)

Com isso, percebe-se que na atualidade tão importante quanto a automação das bibliotecas é levar em consideração os aspectos sociais e humanísticos da face tecnológica, é investir no material humano para que haja um efetivo desenvolvimento social, econômico e educacional. Segundo Neves (2017):

“Associar letramento à utilização da internet é o que proporciona recuperar informação relevante nos grandes sistemas (bancos e base de dados), já que é por meio da estratégia de busca que se recupera informação de qualidade e com a pertinência individual, que cada pessoa demanda para produzir o conhecimento.”

A biblioteca é um ambiente em constante crescimento e atualização, essas características, viabilizam o desenvolvimento de programas de inclusão digital nessas instituições, e proporcionam grandes benefícios aos participantes, pois essas ações têm o objetivo de auxilio à cidadania.

Para saber mais leia o livro Mediação e Inclusão digital.

TECNOLOGIA E MEDIAÇÃO: uma abordagem cognitiva da inclusão digital

TECNOLOGIA E MEDIAÇÃO: uma abordagem cognitiva da inclusão digital

Por Barbara Coelho

3ª Semana de Arte, Cultura, Ciência e Tecnologia – ACTA

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Nossa palestra com o tema Tecnologia e Inclusão Digital: aprofundamento da divisão acontecerá no dia 23/10/13, das 14h as 16h.

SEGUE A PROGRAMAÇÃO COMPLETA: SIBI-UFBA.
21/10/2013

Tarde
– Local: Saguão da Seção de Referência da BURMC
– Palestra de abertura: psicóloga e Profa. Drª Dafne Suit
– Horário: 14h às 15h30
– Ação artística: encerramento musical com a cantora, e servidora da UFBA, cantora Ellen Carvalho

22/10/2013
Manhã
– Local: Saguão da Seção de Referência da BURMC
– Palestrante: Prof. Dr. Haenz Gutierrez Quintana (IHAC)
– Horário: 09h às 11h (incluindo a sessão para discussão)
– Tema: Comunicação Multimodal

Tarde
– Local: Saguão da Seção de Referência da BURMC
– Encontro com os Pesquisadores do SIBI/2013 – 14h às 18h. Acesse a lista dos trabalhos que serão apresentados
– Mediadora: Profa. Dra. Zeny Duarte (Coordenadora do PPGCI/UFBA)

23/10/2013
Manhã
– Local: auditório CEB/BURMC
– Oficina: Na linguagem da calma
– Mediadora: Graça Vieira
– Horário: 09h às 10h

Tarde
– Tema: Tecnologia e Inclusão Digital: aprofundamento da divisão
– Palestrante: Profª Drnª Barbara Coelho Neves (NUCI-UFS)
– Local: Saguão da Seção de Referência da BURMC – PAF Ondina
– Horário: 14h às 16h (incluindo a sessão para discussão)

24/10/2013
Manhã
– Local: auditório CEB/BURMC
– Palestrantes: Prof. Dr. Romilson Augusto dos Santos e Prof. Dr. Francisco José Gondim Pitanga (FACED)
– Horário: 9 às 10h30
– Oficina: Saúde e Bem-Estar
– Mediador: Manoel de Sousa Duarte Neto

Tarde
– Local: Saguão da Seção de Referência da BURMC
– Palestra Dom Quixote
– Tema: Inteligências Múltiplas, com Laíne Boa Morte
– Atividade: apresentação de peça teatral do Projeto Dom Quixote, com os atores Geogenes Isaac Silva do Carmo Santos, Dejenane Lima dos Santos e Karoline Duarte – 14h às 18h

25/10/2013
Manhã
– Local: Saguão da Seção de Referência da BURMC
– Atividades da prospecção tecnológica (palestras, oficinas, workshop, dentre outras), com Gabriela Cerqueira e Saionara Luna. Horário: 9h às 12h

Tarde
– Local: Hall da BURMC
– Atividade: Concurso Literário/Sarau/Premiação dos três colocados
– Horário: 14h às 17h
– Música com temas relacionados à ACTA, com o servidor Pedro Manoel.

Brasil tem dois mil ´telecentros´ offline

Maldita exclusão digitalComo pode um telecentro ser implementado sem conexão à internet?
Quando penso em telecentro o primeiro recurso que me vem a mente é a conectividade, um dos pilares do recurso físico, designado por Warschauer (2006) como o mais básico dos recursos necessários para uma inclusão digital efetiva. Entretanto, ao que parece, essas propostas não estão considerando nem o básico.
O que faz um telecentro (PIDs) sem internet em um município? que inclusão é esta? que tipo de inclusão ele presta? São perguntas com muitas possibilidades de respostas, mas que demonstram o atraso da agenda e políticas públicas voltadas para esta problemática em comparação às políticas supranacionais de informação. Já desconfiávamos que a mediação é difícil nesses estabelecimentos, mas 2 mil deles sem internet…, nos leva a estaca zero. Também nos faz mais facilmente entender porque as lanhauses estão sendo consideradas como as viabilizadoras da inclusão digital e as prováveis razões de seu crescimento nas periferias de grandes cidades como RJ e BH segundo MCT (2008).
Veja você mesmo a materia de Felipe Zmoginski para o INFO Online em 26/05 e tire suas percepções.

Olá, mundo!

O Blog Abordagem cognitiva em inclusão digital (ACID) é um espaço transdisciplinar de pesquisa, na área de Ciência da Informação e Relações Internacionais, criado em 2007 na UFBA. Agrega pesquisadores e interessados em mediação, internet, inclusão digital e cognição.

Bem vindo!