Geração de Base de Dados

ICI 012 – Geração de Bases de dados_Barbar

ICI 012 – Geração de Bases de dados

Profa. Dra. Barbara Coelho

 

Unidade 1

  • Aula 1: Bases de dados : conceituação e finalidade

– Exposição em classe.

 

  • Aula 2 : Natureza, características e tipos de Bases de Dados

– Exposição em classe.

 

  • Aula 3: Acesso às bases de dados nacionais e estrangeiras

– Laboratório

BASES REFERENCIAIS
Pesquisa bibliográfica em fontes secundárias, isto é, acesso a referências de artigos científicos, com texto integral ou não.

• Portal de Periódicos CAPES – O Portal Brasileiro da Informação Científica
• Index Psi Contém referências de artigos de periódicos nacionais na área de Psicologia.
• DataÍndice (IUPERJ) Apresenta referências e resumos de artigos em Ciências Sociais publicados em periódicos brasileiros
• IPEA – Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada Acervo especializado em economia, planejamento econômico e social e políticas governamentais
• Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira – INEP Os usuários podem obter os trabalhos editados, que estão organizados conforme a linha editorial do Inep.
• Legislação Brasileira (Senado Federal)
• LILACS Biblioteca Virtual em Saúde
• Lista de Autoridades Governamentais – LAG Sistema profissional para consulta e gerenciamento dos contatos com as autoridades do poder público brasileiro.
• Portal do Serviço Brasileiro de Respostas Técnicas (SBRT) Criado para oferecer soluções tecnológicas aos micros e pequenos empreendedores do Brasil.
• Publicações – COPPEAD – UFRJPesquisa materiais produzidos pelo COPPEAD, como artigos, relatórios, teses, entre outros.
• RedalycRed de Revistas Científicas de Amárica Latina, el Caribe, España y Portugal.
• SciELO Base de Dados de textos completos científicos publicados em revistas da América Latina.
• BRAPCI – Base de Dados Referenciais em Ciência da Informação Indicado por Valdinea (ICI-UFBA).
• Enl@ce Base venezolana de información, tecnología y conocimiento.
• RUTGERS Referência Bibliográfica Virtual – Citações bibliográficas para pesquisadores.

 

– Exposição em Classe.

 

  • Aula 4: Perspectivas futuras e apresentação das principais bases de dados.

[Laboratório]

  1. Discussão de texto indicado na Aula 3.

A CONTRIBUIÇÃO DO USO DE BASE DE DADOS PARA A FORMAÇÃO PROFISSIONAL DO BIBLIOTECÁRIO

http://rabci.org/rabci/sites/default/files/A%20CONTRIBUIÇÃO%20DO%20USO%20DE%20BASE%20DE%20DADOS%20PARA%20A.pdf 

 

2. Apresentação individual do Exercício elaborado extraclasse

Respostas as questões:

a) Qual a NATUREZA da base de dados

b) Qual o TIPO

c) Qual a CHAVE DE RECUPERAÇÃO

d) Qual o tipo de REPOSITÓRIO

 

3. Link de acesso às principais bases de dados científicas:

https://inclusaoecognicao.wordpress.com/bases-ci-e-cc/


Unidade 2

  • Aula 5 e 6: Conceitos básicos de dados, registros e arquivos

Atividade Extraclasse:

  1. Link de acesso à exemplos de Mapa Mental para Geração de Base de Dados:

ESTA ATIVIDADE DEVE SER REALIZADA EXTRACLASSE E ENTREGUE NO DIA 27-11-2017. VALE 5,0 (CINCO PONTOS).

COMO FAZER:

  1. Escolher uma das opções de mapa mental digital;
  2. Escolher uma das bases de dados científicas e tecnológica (BDICTs) apresentadas em classe e LAB;
  3. Elaborar um Mapa Mental Digital utilizando as informações da BDICTs escolhida.
  4. Elabore seu mapa mental como se você tivesse elaborado a Base de Dados em questão. Selecionando os principais elementos para elaboração, conteúdo e estrutura.
  • Desenvolvimento de espaços mentais;
  • Frames (em Português: quadro ou moldura; é cada um dos quadros ou imagens fixas de um produto audiovisual.);
  • Criterios de ligacao;
  • Alvo
  • imagem.

Como fazer o mapa mental de uma Base de Dados:

1) Conteúdo

Tema principal

O mapa mental sempre começa com o tema principal no centro da folha.

Ramos

Depois de definir o elemento principal você puxa elementos que se ligam diretamente com ele, e cria os ramos principais do seu mapa mental. Depois de criar um ramo principal, você liga outro ramo a ele, que se torna o subtópico do ramo principal e com isso você vai aprofundando cada vez mais sua aprendizagem.

como-fazer-mapas-mentais-2

2) Informação

Onde busco informações para criar meus mapas mentais?

Base de dados visitadas

Você pode buscar informações nas bases de dados que visitamos em LAB.  Por exemplo, imagine que você tenha que escrever um texto sobre determinado assunto, o mapa mental é uma excelente forma de você reorganizar as informações sobre esse assunto que já estavam com você. Quando você colocar tudo no papel, vai ficar muito mais fácil de você fazer associações, e consequentemente, escrever seu texto.

Outra dica é utilizar o exercício da Aula 4.

Livros/Áudios/Vídeos/Aulas

Busque também informações novas em várias mídias, o mais comum e mais fácil é mapear livros, porque você tem muito mais controle sobre o tempo, podendo anotar e sempre inserir novas informações quando quer.

3) Veja este vídeo:

4) APLICATIVOS para criação de mapas mentais digital:

1. MIND MEISTER (grátis e pago)

mindmeister - programa - mapa mental

2. MIND NODE (grátis)

* este é o que utilizamos para criar a maioria dos mapas mentais

  • Programa muito simples e prático de se utilizar no dia a dia
  • Sua desvantagem é que é compatível somente com MAC OS, iPad e iPhone
  • Foi classificado pela Apple como “App Store Best”
  • Download: www.mindnode.com

mindnode - programa - mapa mental

 

3. FREE MIND (grátis)

freemind - programa mapa mental

 

4. COGGLE (grátis)

  • Também online
  • Permite mais de uma pessoa trabalhar no mesmo mapa mental
  • Acesso: http://coggle.it/

mind.map1_


 

Aula 7: Registros e arquivos

– Exposição

– Laboratório: Apresentação do Mapa Mental Digital.


 

Aula 8: Introdução ao tema Banco de Dados

Exposição da Profa. Barbara

Debate com base no Guia Mangar Banco de Dados.

Discentes apresentam o objetivo e primeiras ideias da Base de Dados que será gerada.

 


Aula 9: Conceitos básicos de dados, registros e arquivos (11 de dez 2017)

Exposição da profa. Barbara – O que é dado, informação, conhecimento

Texto Referência:

Dado, informação, conhecimento e competência

Atividade extraclasse:

Exercício 1:

  1. Leitura da matéria (A Web está morta, publicada no Observatório da Imprensa) – http://observatoriodaimprensa.com.br/e-noticias/ed681-a-web-esta-morta/
  2. Fazer um comentário no espaço da Coluna (abaixo do referido texto) sobre o assunto, fazendo um paralelo com o texto referência da aula 9 (Dado, informação, conhecimento e competência).

Exercício 2:

  1. Elaborar o objetivo, título e persona da base de dados.

 

Aula 10: Evolução dos Bancos de Dados e Introdução ao SGBD (18 de dez 2017)

Leitura dos comentários realizados no Observatório da Imprensa;

Exposição: O que é banco de dados, registros e arquivos

Atividade Classe:

  1. O grupo de trabalho deve apresentar os objetivos da base de dados, titulo e persona que irá atender.

 

Aula 11: Conceitos básicos de dados, registros e arquivos (24 e 01 de dez 2018)   

  1. Exercício 1 – Os discentes da disciplina devem fazer os ajustes no mapa mental apresentado por Alan para elaboração da interface do site do projeto;
  2. Exercício 2 – A discente Magna deverá submeter, no espaço de comentário, lista com objetivo, público alvo, persona e os campos que irão compor o formulário da Base de Dados;
  3. Os demais discentes devem observar e tecer ajustes às informações submetidas por Magna, de acordo com o item 2.

 

PRIMEIROS PASSOS PARA GERAÇÃO DE BASE DE DADOS

  • OBJETIVO DA BASE DE DADOS:
  • PÚBLICO ALVO:
  • PERSONA(S):
  • CAMPOS DO FORMULÁRIO DA BASE DE DADOS:

Feliz Ano Novo!


 

Aula 12: Tipos de Bases de Dados e Tipos de Bancos de Dados (08 de jan 2018)

 

Texto Referência desta aula:

Capítulo 2 do livro Guia mangá de Banco de dados

 

Tipos de Bancos de Dados*

Banco de dados HIERÁRQUICO

Bancos de dados hierárquicos


Banco de dados hierárquico ,
 comumente usados em computadores mainframe. É um dos mais antigos métodos de organização e armazenamento de dados, e ainda é utilizado por algumas organizações para a realização de reservas de viagens. Um banco de dados hierárquico é organizado em forma de pirâmide, como os ramos de uma árvore se estendem para baixo. Áreas afins ou registros são agrupados de modo que registros de nível não são mais elevados que outros registros inferiores , assim como os pais em uma árvore genealógica de família que fica acima das crianças.

Com base nesta analogia, o registo principal no topo da pirâmide é chamada  registro raiz. Um registro de criança sempre tem apenas um registro pai ao qual ele está ligado, como em uma árvore familiar normal. Em contraste, um registro pai pode ter mais de um registro filho a ele ligado. Bancos de dados hierárquicos trabalham movendo de cima para baixo. A pesquisa de registro é realizada começando pelo topo da pirâmide e indo para baixo através da árvore de pai para filho até que o registro da criança apropriada seja encontrado. Além disso, cada uma das crianças também pode ser um dos pais com crianças abaixo dele.

vantagem de Bancos de Dados hierárquicos é que podem ser acessados e atualizados rapidamente porque a estrutura do tipo árvore e as relações entre os registos são previamente definidas. No entanto, esse recurso é uma faca de dois gumes. A desvantagemdeste tipo de estrutura de banco de dados é que cada criança na árvore pode ter apenas um pai, e os relacionamentos ou ligações entre as crianças não são permitidas, mesmo se elas fazem sentido do ponto de vista lógico. Bancos de dados hierárquicos são tão rígidos em seu projeto que a adição de um novo campo ou registro requer que o banco de dados inteiro seja redefinido.

Banco de Dados de REDE

Bancos de dados de rede


Bancos de Dados de REDE
 são semelhantes aos Bancos de Dados hierárquicos também com uma estrutura hierárquica. Existem algumas diferenças fundamentais, no entanto. Em vez de olhar como uma árvore de cabeça para baixo, um banco de dados de rede se parece mais com uma teia de aranha ou uma rede interligada de registros. Em bancos de dados de rede, as crianças são chamadas de membros e os pais são chamados proprietários. A diferença mais importante é que cada criança ou membro pode ter mais de um pai (ou dono).

Como bancos de dados hierárquicos, Bancos de Dados de rede são usados principalmente em computadores mainframe. Como mais conexões podem ser feitas entre diferentes tipos de dados, bancos de dados de rede são considerados mais flexíveis. No entanto, duas limitações devem ser consideradas quando se utiliza este tipo de banco de dados. Similar aos bancos de dados hierárquicos, Bancos de Dados de rede devem ser definidos com antecedência.  Existe também um limite para o número de ligações que podem ser feitas entre os registros.

Banco de dados RELACIONAIS

Bancos de dados relacionais
Em bancos de dados relacionais, a relação entre as tabelas de dados é relacional. Bancos de dados relacionais conectam dados em tabelas diferentes, usando elementos comuns de dados ou um campo chave. Dados em bancos de dados relacionais são armazenados em tabelas diferentes, cada uma com um campo chave que identifica cada linha ou registro. Bancos de dados relacionais são muito mais flexíveis do que as próprias estruturas de dados hierárquicos ou rede. Em bancos de dados relacionais a ligação entre as tabelas são chamadas de relações, as tuplas designam uma linha ou registro, e as colunas são referidas como atributos ou campos.

Bancos de dados relacionais trabalham no princípio de que cada tabela tem um campo chave que identifica unicamente cada linha, e que estes campos chave podem ser usados para ligar uma tabela de dados a outra. Deste modo, uma tabela pode ter uma linha formada por um número de conta de cliente, tal como o campo chave, juntamente com o endereço e número de telefone. O número de conta do cliente nesta tabela pode estar ligada a uma outra tabela de dados que inclui também o número de conta do cliente (um campo de chave), mas, neste caso, contém informações sobre a devolução de produtos, incluindo um número de ordem (um outro campo de chave). Este campo chave pode ser ligado a uma outra tabela que contém números de itens e outras informações do produto, tais como local de produção, cor e outros dados. Portanto, usando esse banco de dados, as informações dos clientes podem ser ligadoa a informações específicas do produto.

O banco de dados relacional se tornou bastante popular, por duas razões principais. Em primeiro lugar, os bancos de dados relacionais podem ser usados com pouca ou nenhuma formação. Segundo, as entradas de banco de dados podem ser modificadas sem redefinir a sua estrutura inteira. A desvantagem de usar um banco de dados relacional é que a busca de dados pode levar mais tempo do que se outros métodos são usados.

* Texto adaptado do Globo.com e do Professor Eduardo Henrique Gomes.

Objetos de banco de dados relacional

Breve descrição dos objetos que compõem um banco de dados do tipo relacional.

Tabelas São os objetos que contém os tipos de dados e os dados reais
Colunas ou Campos São as partes das tabelas que armazenam os dados. Devem receber um tipo de dados e ter um nome único
Tipos de dados Há vários tipos de dados para serem utilizados como: caráctere, número, data. Um único tipo de dados é atribuído a uma coluna dentro de uma tabela
Storeds Procedures (procedimentos armazenados) São como macros em que o código Transact-SQL pode ser escrito e armazenado sob um nome.
Triggers (gatilhos) São como storeds procedures que são automaticamente ativados quando os dados são inseridos, alterados ou apagados. Asseguram que regras de negócio e de integridade sejam impostas ao banco de dados.
Regras (rules) São atribuídas a colunas de modo que os dados que estão sendo  inseridos devem se adaptar aos padrões definidos. Por exemplo, pode-se utilizar regras para permitir que um campo que irá armazenar a UF contenha somente Estados válidos.
Chaves Primárias (PK) Embora não sejam objetos em si, as chaves são essenciais para os bancos de dados relacionais. Promove a carácterística de unicidade das linhas, proporcionando uma maneira de identificar de forma única cada item que você queira armazenar.
Chaves Estrangeiras (FK) Novamente, não são objetos em si, as chaves estrangeiras são colunas que fazem referências as chaves primárias de outras tabelas.
Padrões (Defaults) Podem ser configurados em campos de modo que, se nenhum dado for inserido durante uma operação de Insert, os valores padrão serão utilizados.
Views (visualizações) Consistem basicamente em consultas armazenadas nos bancos de dados que podem fazer referência a uma ou muitas tabelas. Você pode criar e salvar views e utiliza-las no futuro. Normalmente excluem certas colunas de uma tabela e vinculam duas ou mais tabelas entre si. Podem ser utilizadas também como mecanismo de segurança.
Índices Podem ajudar os dados de modo que as consultas executem mais rápido

 

EXERCÍCIO EXTRACLASSE (vale 0,5 ponto)

Após assistir a exposição e observar os exemplos em classe, você deve ser capaz de responder no espaço de comentário as seguintes questões:

  • Definir o que é um banco de dados hierárquico, em rede e relacional.
  • Distinguir as principais diferenças de banco de dados não relacionais e relacionais.
  • Descrever um banco de dados orientado à objetos para arquivos.

 

EXERCÍCIO EM CLASSE

Início da criação do objeto.

Criação do Formulário – Acesse aqui.

Mapa mental do site feito por Alan:

B_Dados_Egressos

 


 

Aula 13: Introdução aos SGBDs (história, principais conceitos, vantagens, desvantagens, características) (15 de jan 2018)

 

Texto Referência desta aula:

Capítulo 2 do livro Guia mangá de Banco de dados

 

 1a PARTE DA AULA – Exposição da profa. Barbara Coelho.

Conteúdo: Introdução aos SGBDs.

2a PARTE DA AULA – Explorar a Base de Dados do Arquivo Nacional

Conteúdo: Base de Dados do Arquivos Nacional.

Atividade será explorar base de dados Sistema de Informações do Arquivo Nacional – SIAN. 

Fundos e Coleções:

» Pesquisa Livre: busca por termos presentes em campos-texto dos registros, associando-os ou não aos respectivos níveis de descrição e à data. Recupera arquivos digitais já associados aos registros, não submetidos ao reconhecimento de caracteres óticos (OCR – Optical Character Recognition).

 

» Pesquisa Avançada: busca informações por campos específicos, optando-se por até quatro elementos combinados. Recupera arquivos digitais já associados aos registros, não submetidos ao reconhecimento de caracteres óticos (OCR – Optical Character Recognition).

 

» Pesquisa Multinível: navega pela hierarquia dos níveis de descrição dos fundos e coleções conforme a estrutura de organização dos mesmos.

 

» Pesquisa Digital: busca informações no conteúdo dos documentos digitalizados, associados a um dos níveis de descrição, possibilitando o acesso à representação digital dos mesmos (leitura, visualização e/ou audição). Não recupera textos manuscritos. Exclusiva para documentos em pdf sobre os quais foi aplicado o recurso de reconhecimento de caracteres óticos (OCR – Optical Character Recognition).

 

» Instrumentos de pesquisa: possibilita identificar a relação entre fundos e coleções e respectivos instrumentos de pesquisa, arrolados em SIAN, independentemente da sua atualidade ou obsolescência. Em alguns casos, permite a leitura na íntegra do instrumento referenciado.
» Notação anterior: busca registros de documentos pela notação anterior.

 

Atividade em sala de aula:

EXERCÍCIO EM CLASSE

Revisão do Formulário solicitado na aula passada.

 

 

Atividade para extraclasse:

EXERCÍCIO EXTRACLASSE (vale 0,5 ponto)

Após assistir a exposição em classe, você deve ser capaz de responder no espaço de comentário as seguintes questões:

  • Definir o termo sistema de gerenciamento de banco de dados (SGBD).
  • Descrever o propósito e funções básicas de um SGBD.
  • Discutir as vantagens e desvantagens de SGBDs.

 


 

Aula 14: Introdução computação cognitiva (impactos nas unidades de informação) (22 de jan 2018)

 

Texto Referência desta aula:

Artigo

COMPUTAÇÃO COGNITIVA: NOVAS PERSPECTIVA PARA A CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO

Por BARBARA COELHO publicado na Coluna TIC no INFOhome.

 

1a PARTE DA AULA – Exposição da profa. Barbara Coelho.

Conteúdo: Introdução computação cognitiva..

Vídeos:

  • Bem vindo a Computação Cognitiva:

 

  • A Voz da Arte:

2a PARTE DA AULA – Explorar a Base de Dados para Arquivo em Wiki

Conteúdo: Base de Dados Arquivologia, Biblioteconomia e Ciência da Informação


Aula 14: Sistemas para computadores de pequeno porte (28 de jan 2018)

 

Texto Referência desta aula:

 

CLASSIFICAÇÃO DE SISTEMAS DE COMPUTAÇÃO

Atualmente, quando se deseja adquirir um sistema de computação para realização de alguma atividade, há milhares de opções, as quais podem ser classificadas de modo genérico (esta classificação não é positiva nem consensual no mercado, na indústria ou no meio acadêmico, porém é um razoável auxílio para quem vai adquirir um sistema, a fim de definir suas necessidades) em:

  • microcomputadores;

Um microcomputador é um computador caracterizado pela presença de um único microprocessador. Ele tem dimensões e capacidade computacional limitada. O microcomputador foi concebido para satisfazer as necessidades de um único utilizador e se destina a ser vendido para o mercado de massas. O custo do microcomputador é baixo com relação aos demais tipos. Este segmento de mercado foi criado na década de 1970, em forma de KIT, para atender um único usuário (computador pessoal).

  • estações de trabalho (“workstations”);

Uma estação de trabalho é composta por um único computador para execução de trabalho de alto desempenho e utilizados com o auxílio de software profissional.

  • minicomputadores;

Um minicomputador é um computador com potência e desempenho intermediário entre um microcomputador e uma maiframe, capaz de permitir o acesso a múltiplos usuários.

  • computadores de grande porte (“mainframes”); 

Um mainframe é um computador de alto desempenho capaz de realizar processamento de dados complexos. Mainframes permite executar vários aplicativos em tempo real e acesso ao sistema por vários usuários simultaneamente. Mainframes também podem hospedar seus ambientes internos e sistemas operacionais. Um único mainframe podem substituir centenas de pequenos servidores físicos. A arquitetura centralizada reduz os custos de manutenção e gerenciamento com o mesmo desempenho.

  • supercomputadores.

Um supercomputador é um computador com poder de computação de alta performance especializado na realização de operações específicas. Geralmente é usado na ciência. São sistemas de processamento de dados com o poder de computação de alto nível capaz de realizar cálculos complexos.

Modelo de SRI:

Fluxo de um SRISOL (conjunto das solicitações de busca): são as expressões de busca, e que podem ser representadas por um conjunto de termos combinados com operadores booleanos, ou simplesmente por um conjunto de termos.

DOCS: representam os documentos de uma coleção.

COMP: procedimento de avaliação de similaridade entre essas representações.

 


 

FLUXOGRAMA BASE DE DADOS

FLUXOGRAMA BASE DE DADOS

 

 


 

Aula 15: Avaliação e testes de funcionamento de bases de dados (19 de fev 2018)

Aula Final

Alguns SGBD’s:

 

Algumas Bases de Dados Científicas:

 

Figura – Registro da Turma 1:

GERACAO DE BASE DE DADOS_Turma 1_profa Barbara Coelho

Fonte: Inclusão e Cognição.

 

Profa. Barbara Coelho

UFBA

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20 pensamentos sobre “Geração de Base de Dados

  1. Boa noite professora Bárbara e colegas !!

    Na última aula, antes do feriado de carnaval, foi definido pela professora Bárbara que a derradeira avaliação da disciplina seria resolução de questões a serem disponibilizadas na página deste blog, para apresentação e debate no dia 19/02/2018.

    Alguém sabe dizer se houve alguma mudança ? É porque não estou conseguindo localizar estas questões na página.

    Muito obrigado pela orientação.

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      • Ok Professora. Obrigado.
        Somente agora vi a resposta da senhora.
        Favor, desconsidere os e-mails que eu encaminhei hoje.

        Abraços e até Segunda-feira.

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  2. EXERCÍCIO EXTRACLASSE (vale 0,5 ponto)

    Após assistir a exposição em classe, você deve ser capaz de responder no espaço de comentário as seguintes questões:

    Definir o termo sistema de gerenciamento de banco de dados (SGBD).
    Gerenciamento de dados, planejamento de dados e metodologia de modelagem, tecnologia e gerenciamento de bancos de dados direcionada aos usuários. (Laudon, 2004)

    Descrever o propósito e funções básicas de um SGBD.
    Cria e mantém bancos de dados; Elimina a necessidade de comandos de definição de dados;
    Atua como uma interface entre aplicativos e arquivos físicos de dados; Separa as visões lógica e física dos dados. (Laudon, 2004)

    Discutir as vantagens e desvantagens de SGBDs.
    Especifica o conteúdo e a estrutura dos bancos de dados e define cada elemento de dados; Manipula os dados em um banco de dados; Armazena definições de elementos de dados e características de dados. (Laudon, 2004)

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  3. UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA

    DISCIPLINA: GERAÇÃO DE BASE DE DADOS E DOCUMENTAÇÃO
    DOCENTE: BARBARA
    DISCENTE: DEBORA RODRIGUES
    DATA: 20-01-2018

    ATIVIDADE EXTRACLASSE:

    1º – Definir o que é um banco de dados hierárquico, em rede e relacional.

    Banco de dados hierárquico , comumente usados em computadores mainframe. É um dos mais antigos métodos de organização e armazenamento de dados, e ainda é utilizado por algumas organizações para a realização de reservas de viagens. Um banco de dados hierárquico é organizado em forma de pirâmide, como os ramos de uma árvore se estendem para baixo.

    Em contraste, um registro pai pode ter mais de um registro filho a ele ligado. Bancos de dados hierárquicos trabalham movendo de cima para baixo

    2º – Distinguir as principais diferenças de banco de dados não relacionais e relacionais.

    Em bancos de dados relacionais, a relação entre as tabelas de dados é relacional. Bancos de dados relacionais conectam dados em tabelas diferentes, usando elementos comuns de dados ou um campo chave. Dados em bancos de dados relacionais são armazenados em tabelas diferentes, cada uma com um campo chave que identifica cada linha ou registro. Bancos de dados relacionais são muito mais flexíveis do que as próprias estruturas de dados hierárquicos ou rede. Em bancos de dados relacionais a ligação entre as tabelas são chamadas de relações, as tuplas designam uma linha ou registro, e as colunas são referidas como atributos ou campos.

    Banco de dados relacionais

    O que faz com que o banco de dados seja ou não relacional é a forma a qual os dados são inseridos e organizados nele.
    Como já foi citado, o que diferente os bancos de dados relacionais e não relacionais são suas formas de armazenamento e organização. No banco de dados relacional nós teremos os dados sendo guardados em forma de tabelas. Dentro das tabelas os dados são organizados em colunas e em cada coluna contém um tipo de dado (strings, inteiros…). Os dados que irão para cada coluna são guardados como suas linhas. Além disso, no modelo relacional, primeiramente toda a estrutura do banco de dados deve ser projetada, caso os esquemas das tabelas não estejam definidos, não será possível inserir dados nelas.
    Por exemplo:

    Aqui temos uma tabela chama Cliente, na tabela temos as informações necessárias divididas por coluna, tendo como coluna: id_cliente, primeiro nome, segundo nome e telefone. Cada coluna tem suas linhas, e nessas linhas serão armazenadas as informações pedidas de acordo com cada coluna.
    Também deve ser criada novas tabelas, caso exista mais informações necessárias. E então você cria uma relação entre uma tabela e outra, havendo um ligação entre os dados das duas.
    Alguns exemplos de banco de dados relacionais:
    • Oracle
    • MySQL
    • PostgreSQL
    • SQLite
    • SQL Server
    Banco de dados não relacional

    Banco de dados não relacional, ou NOSQL, pode ser visto como um padrão de armazenado alternativo ao modelo SQL (relacional), podendo oferecer uma maior escalabilidade. E eles surgiram exatamente pela necessidade de se ter uma melhor performance e alta escalabilidade, para dessa forma ter um maior e melhor gerenciamento de dados.
    Utilizando NOSQL, não se tem a necessidade de fazer todo o esquema antes de começar a utilizá-lo, até porque todas as informações serão agrupadas em um registro, então não precisa que se tenham relacionamentos entre várias tabelas para ser formada a informação, ela estará em sua totalidade no mesmo registro. Se precisa apenas fazer o registro diretamente e de uma forma que o banco de dados que você está usando consiga entender. Como no mongodb, que ele utiliza json. Lá bastaria que você fizesse o seguinte:
    db.clientes.save( {_id: 1, fones: [“93254-8267”, “93418-9592”]})
    Para você acessar, só precisa localizar o _id do cliente. Tendo então acesso a todas as informações que pertencem a determinado cliente, sem precisar
    Alguns exemplos de banco de dados não relacionais:
    • MongoDB
    • Cassandra
    • Voldemort
    • CouchDB
    • Riak
    Podemos citar também alguns exemplos de empresas que trabalham com um grande gerenciamento de dados e adotaram ao banco de dados NOSQL. Entre elas temos a Google, Amazon, Facebook, LinkedIn

    3º – Descrever um banco de dados orientado à objetos para arquivos.

    Sistemas de Gerenciamento de Banco de Dados Orientados a Objetos (SGBDOO) podem ser definidos como um banco de dados capaz de armazenar além de dados, como nos Sistemas de Arquivos e estruturas de dados nos Bancos de Dados Relacionais, outros tipos diferentes de dados que não podem ser convertidos somente em arquivos lineares ou bidimensionais como tabelas, e sim um tipo especial de objeto [1][2]. A principal característica de SGBDOO é modelar estruturas complexas armazenando não somente a estrutura de dados, mas também seu comportamento. Para tanto, tem-se a necessidade de Banco de Dados Orientados a Objetos

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  4. Banco de dados hierárquico: Representa um conjunto de registros que estabelece uma conexão em forma de pirâmide com possibilidade de atualização com maior agilidade e eficiência.
    Banco de dados relacional: Os dados são inseridos em tabelas com campos chaves.
    Banco de dados orientados à objetos de arquivos: É um banco de dados preparado para armazenar diversos tipos de dados podendo apresentar um tipo específico de objeto mais complexo. Ex: Imagens e gráficos.

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  5. Definir o que é um banco de dados hierárquico, em rede e relacional.

    BD hierárquico: é um método de organização e armazenamentos de dados é organizado em forma de pirâmide, ou seja seus dados são consultados a partir de um registro principal chamado de “registro raiz”. Trabalho movendo de cima para baixo, indo para baixa através de arvores de pai e filho. Cada filho possui apena um pai e um pai pode ter vários filhos.

    BD em Redes: Se assemelha aos BD hierárquicos. Em relação a organização se assemelha a uma teia de aranha. AS crianças são chamadas de membros e os pais de proprietários. Cada criança pode ter vários pais.

    BD Relacional: Conectam dados em diferentes tabelas, usando um campo chave. São mais flexiveis que os outros BDs

    Distinguir as principais diferenças de banco de dados não relacionais e relacionais.

    Não Relacionais: Baixo Custo; Acesso rápido aos registros.
    Relacionais: Trabalham com tabelas; Alto Custo; Processamento mais lento ao acessar os registros.

    Descrever um banco de dados orientado à objetos para arquivos:

    BD que além de possuir todos as funcionalidades dos demais Banco de Dados contem ferramentas que interagem com arquivos multimídia.

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  6. Em um banco de dados relacional, todos os dados são guardados em tabelas. Estas têm uma estrutura que se repete a cada linha

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  7. Um Banco de dados hierárquico consiste em uma coleção de registros que são conectados uns aos outros por meio de ligações. Um registro é uma coleção de campos, cada qual contendo apenas um valor de dados. Uma ligação é uma associação entre exatamente dois registros.

    Um banco de dados relacional é um banco de dados que modela os dados de uma forma que eles sejam percebidos pelo usuário como tabelas, ou mais formalmente relações.

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  8. Exercício – 08/01/18
    a) Banco de Dados Hierárquico – São organizados em forma de pirâmide, como os ramos de uma árvore se estende de para baixo. A pesquisa de registro é realizada começando pelo topo da pirâmide e podendo ser acessados e atualizados rapidamente e são usados em computadores mainframe.
    b) Banco de Dados em Rede – Se parece mais com uma teia de aranha ou uma rede interligada de registros. São também usados em computadores mainframe. Os bancos de dados em rede são mais flexíveis. Devem ser definidos com antecedência e existe um limite para o número de ligações que podem ser feitas entre registros.
    c) Banco de Dados Relacional – Conectam em tabelas diferentes, usando elementos comuns de dados ou um campo chave. Podem ser usados com pouca formação e as entradas de banco de dados podem ser modificadas sem redefinir a sua estrutura inteira.

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  9. Aula 13

    SGBD: é um conjunto de programas de software que permite aos usuários criar, editar, atualizar, armazenar e recuperar dados em tabelas de banco de dados.
    Propósito de um SGBD: Gerenciar sócios e listas de discussão de subscrição, informação contábil e contabilidade, os dados obtidos a partir de pesquisa científica, informações de clientes, informações de inventário, registros pessoais e informações da biblioteca.
    Funções básicas de um SGBD: controle de redundância, compartilhamento de dados, controle de acesso aos dados, múltiplas interfaces, representação de associações complexas, garantia de restrições de integridade e recuperação de falhas.
    Vantagens de um SGBD: compartilhamento de dados, custo de armazenamento reduzido pela redundância de dados minimizada, possibilidade de atualizações e alterações em um único local aumentando a precisão dos dados, programa e arquivo de consistência, maior segurança.
    Desvantagens de um SGBD: implementação cara e demorada e a quebra de segurança possibilita a uma pessoa não autorizada o acesso a todas as sua tabelas e não apenas a algumas.

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  10. Aula 12

    Banco de dados hierárquico: os dados estão estruturados numa forma de árvore invertida, possui campos e ligações hierárquicas.

    Banco de dados em rede: possui uma estrutura mais parecida com uma teia de aranha ou uma rede, onde os registros “filhos” podem ter mais de um pai.

    Banco de dados relacional: conectam dados em tabelas diferentes, usando elementos comuns de dados ou um campo chave.

    Banco de dados orientado a objetos: é capaz de lidar com muitos novos tipos de dados, incluindo gráficos, fotografias, áudio e vídeo.

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  11. Resposta do Exercício do dia 15/01/2018

    a) SGBD – Sistema Gerenciador de Banco de Dados é um conjunto de programas de software que permite aos usuários criar, editar, atualizar, armazenar e recuperar dados em tabelas de banco de dados.

    b) SGBD – Propósitos: controle de Redundâncias; compartilhamento de dados; controle de acesso aos dados; múltiplas interfaces; representação de associações complexas; garantia de restrições de integridade; recuperação de falhas. Funções – Suas funções é gerenciar: Sócios e listas de discussão de subscrição; informação contábil e contabilidade; dos dados obtidos a partir de pesquisa cientifica; informações de clientes, inventário e de biblioteca e registros pessoais.

    c) SGBD – Vantagens: a mesma informação pode ser disponibilizada a utilizadores diferentes, ou seja, compartilhamento de dados.
    Desvantagens: O Custo pode ser cara e demorada especialmente em grandes organizaçõ Segurança/Perigo mesmo com salvaguardas no lugar, pode ser possível para alguns usuários não autorizados acessar o banco de dados. Regularmente deem ser feitos cópias de backup das tabelas e armazená-los.

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  12. Resposta o exercício do dia 08/01/2018
    1 – Banco de Dados Hierárquico são usados em computadores mainframe e é organizado em forma de pirâmide, como os ramos de uma árvore se estendendo para baixo. A pesquisa de registro é realizado começando pelo topo da pirâmide, e poendo ser acessados e atualizados rapidamente.
    2 – Banco de Dados em Rede se parece mais com uma teia de aranha ou uma rede interligada de registros. São também usados em computadores mainframe e são flexíveis. Devem ser definidos com antecedência e existe um limite para o número de ligações que podem ser feitos entre os registros.
    3 – Banco de Dados Relacional – Conectam dados em tabelas diferentes usando elementos comuns de dados ou um campo chave. Podem ser usados com pouca formação e as entradas de banco de dados podem ser modificados sem redefinir a sua estrutura inteira.

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  13. SGBD: É um agrupamento de tabelas com dados organizados com o objetivo de atualizar e recuperar as informações com rapidez através de um software gerenciador.
    Funções: Garantir o acesso de dados atualizados com precisão e fora do alcance de pessoas não autorizadas através de métodos lógicos de segurança que podem ser criados por meio de senhas. Além disso, possui o backup que contribui para a proteção dos dados em caso de perdas de informações utilizando uma cópia de segurança garantindo a recuperação das informações dos dados originais armazenados, nesse sentido, oferece recursos para recuperar possíveis falhas no software ou hardware.
    Vantagens: Redução do espaço de armazenamento, dados compartilhados por vários usuários com agilidade e organização, e a criação de um sistema de segurança que possibilita apenas pessoas autorizadas gerenciar as informações contidas na base de dados tornando o sistema mais seguro.
    Desvantagem: O custo para implementação de um SGBD pode ser muito caro e a depender da dimensão da instituição bastante demorado. Ademais, apesar da salvaguarda, pessoas não autorizadas ou hackers podem acessar os dados em caso de vulnerabilidades e configurações fracas.

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  14. Caros,

    Conforme combinado na aula do dia 18/12/2017 mostro o esboço inicial dos campos da base de dados, com o objetivo, que foram sugeridos pelos colegas que estavam presentes.

    Base de Dados
    Objetivo do grupo: mediar contatos dos egressos do curso de arquivologia com atividades relacionados a sua área de formação.
    Título: Base de dados ARQ-Egressos
    Administrador: GT disciplina Geração Base de Dados ICI012
    Público alvo: comunidade em geral (estudantes, professores, profissionais, empresas)
    Persona: Comunidade Relacionada de Arquivologia
    Campos:
    Nome
    Email
    Instituição
    Razão Social
    Login
    Senha
    Eventos (cursos, palestras, seminários, oficinas)
    Produção científica (pesquisas, tcc, monografias, teses, livros, vídeos)
    Notícias
    Indicadores
    Legislação (leis, decretos, estatutos)
    Memória
    Vocabulário
    Glossário

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  15. Com base na leitura do texto, percebe-se, a redução na utilização da web para acessar a internet, porque, houve uma a expansão dos aplicativos e xml que estão nos dispositivos móveis como celulares, iphone, ipad, para utilizar a internet sem a necessidade de navegar na web, porque, podem ser acessadas de qualquer lugar, além, do aumento da velocidade. Evidencia-se que dados como fotos, textos, música são cada vez mais utilizados nos dispositivos móveis para estudo, trabalho, lazer. Entretanto, eles são equivocadamente chamados de informações que pode transformar-se em conhecimento caso o entendimento do conceito recebido tenha uma experiência pessoal. A informação e o conhecimento quando não são utilizados na prática não configuram competência.

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