8 Sinais para Avaliar suas Habilidades Interpessoais nas Mídias Sociais

Com base no best-seller de Dan Schawbel, criei este instrumento com o intuito de promover uma autoavaliação do nosso comportamento nas redes sociais digitais.

Existem instrumentos científicos e mais aprofundados a respeito (é claro), a exemplo do Meyers Briggs. Nesse artigo, a ideia é chamar atenção de forma rápida e fácil para sua habilidade interpessoal nas mídias sociais.

Cuidar das habilidades interpessoais não é uma ação restrita ao contexto presencial, e sim também do ambiente digital. Esse aspecto é essencial para o marketing digital.

Avalie suas Habilidades Interpessoais nas Mídias Sociais

Vamos fazer!

Seja sincero e sincera quando classificar os pontos de cada item a seguir:

figura mostra os pontos para fazer a autoavaliação interpessoal nas mídias sociais

Fonte: Barbara Coelho

 

 

Após somar o resultado, compare sua pontuação da seguinte forma:

  • Se teve mais de 45 pontos totais, você está muito bem nas redes sociais. Deve ter muitos amigos e se comunicar bastante, considerando aspectos éticos, escuta com atenção, demonstra reciprocidade e engajamento, responde os comentários, etc. Ou seja, entende que esses ambientes são locais dialógicos, de interação social e de trocas simbólicas.
  • Se seu total ficou entre 45 e 30 pontos totais, você deve encarar as mídias sociais de forma mais leve. Evite tantos pontos de vista. Procure escutar seus interlocutores, respeite as opiniões que transitam no ciberespaço (mesmo quando não concorda). Você tem um potencial interessante para negociar utilizando suas redes sociais nas mídias sociais digitais de sua escolha, só basta participar, ter um plano que otimize o seu tempo quando estiver conectado de forma ativa e observar mais.
  • Se você ficou abaixo de 30 pontos totais, então está na hora de acordar. A internet e as mídias sociais não são uma modinha. Trata-se do locus atual da humanidade. Então você precisa participar de forma consciente, pois você na mídia social não é diferente de você nos outros espaços de convívio social.

E ai, o que você achou?

Faça o seu teste e recomende aos seus amigos. Vale a pena saber como estamos nos portando na mídia social.

Deixe seu comentário; Se você disser quantos pontos fez eu falo os meus.

Um abraço,

Barbara Coelho

Mídias sociais digitais: potencializadoras das redes sociais nas bibliotecas

Mídias sociais digitais: potencializadoras das redes sociais nas bibliotecas

O que são Redes

Redes são estruturas abertas capazes de se expandir de forma ilimitada, integrando novos ‘nós’ desde que consigam se comunicar dentro da rede, ou seja, desde que compartilhem os mesmos códigos de comunicação. (CASTELL, 1999). A criação da World Wide Web, também conhecida como Web ou WWW ocorreu no dia 12 de março de 1989, por Tim Berners-Lee.

Redes sociais como potencial para Biblioteca

Redes sociais

As redes sociais são caracterizadas como conexões entre indivíduos que compartilham informações, independente de localização geográfica e física. O ser humano, naturalmente, vai criando suas redes sociais durante a vida. Essas redes são de diversos tipos, mas que compartilham informações gerando trocas sociais que fortalecem essas estruturas (RECUERO, 2009).

 

Potencial de Redes Sociais nas Bibliotecas

Vale salientar que o conceito ‘social’ sempre será mais relevante que o de ‘mídia’. As plataformas – como o Facebook, o YouTube, o Snapchat, o Instagram, Pinterest, Linkedin e o Twitter, assim como os wikis, microblogs, podcasts, dentre outros –, potencializam a dinâmica entre os vínculos, entretanto não conseguem elas, por si só, provocá-las (BARGER, 2013).

Redes sociais na Biblioteca, TIC para Bibliotecários e educadores

Redes sociais na Biblioteca

Este é um ponto que interessa e sustenta o argumento da discussão sobre o uso das redes sociais pelas bibliotecas, pois o fortalecimento da dinâmica das relações poderão acontecer quando implementadas estratégias do líder da unidade de informação de forma consciente, ativa, coerente e proposital. A dinâmica de mão dupla é o aspecto mais importante das mídias sociais digitais. Isso precisa estar claro na mente do seu organizador, caso haja intenção de promover um determinado produto ou serviço.

Neste contexto, o bibliotecário estrategista em mídias sociais digitais precisa ter este princípio de forma nítida em seu objetivo e planos de ação que visam apresentar, nestes ambientes, produtos, recursos e serviços da unidade de informação.

Como fazer marketing educacional

Como fazer marketing educacional

Marketing digital para educação é o trabalho de divulgação e exposição de seu produto ou serviço, usando meios digitais, como as mídias sociais, para atrair novos usuários ou clientes.

Como fazer o marketing digital na educação:

  1. O plano de marketing digital não é algo simples, mas é extremamente necessário. Com ele você esquematiza a produção de conteúdos e o cronograma de publicação.
  2. Assegure que o visitante do seu blog, site, página e canal terá uma navegação fácil. Use lista (como esta) para apresentar seu conteúdo, utilize imagens e procure ser direto na ideia que você deseja apresentar. No momento atual as pessoas não tem tempo, então economize o tempo da sua persona. Veja mais sobre este assunto clicando em Audiência, Persona, Público Alvo.
  3. Utilize sites com templates que podem ser otimizados. Pense na usabilidade e acessibilidade da sua persona. Não faça o blog ou o site para você. Entenda: Você não é a sua audiência!
  4. Identificar a sua persona é a primeira coisa para fazer o marketing digital educacional funcionar. Você não saberá o que escrever se não souber para quem você está falando.
  5. Não queira bloquear as pessoas. Deixe que as pessoas falem! Não fale de forma muito avançada, lembre-se que você também já foi um iniciante sobre o assunto. Evite textos rebuscados, mas sem perder a elegância.
  6. Entender os mecanismos de busca é uma tarefa complicada porque estas ferramentas estão sempre mudando. Então, isso quer dizer que você precisa estudar. Leia a respeito dos mecanismos de busca. Procure saber os principais pontos que os algoritmos procuram para destacar o seu site ou blog nos primeiros lugares nas buscas na web. Saiba quais são as principais palavras-chave do seu negócio para dialogar com sua audiência.
  7. Construir comunidades é um dos principais pontos da web.  Pare de pensar só em você! O marketing digital para educação tem este ponto como máxima. Procure se relacionar com as pessoas que se interessam pelo o que você faz, pelo seu produto, serviço… pelo o que você escreve. Esteja onde seu público está, ou seja diversifique o local onde você disponibiliza seu conteúdo.
  8. Tente equilibrar anúncios orgânicos com anúncios pagos. Tenha cuidado com a quantidade de texto e imagens que você utiliza. E lembre-se de dar créditos as citações e figuras que você utiliza. Tire proveito do espaço de legendas para fazer isso, mas sem deixar de colocar também o seu contato.
Como fazer Marketing Digital para educação

Fonte: Pixabay
Como fazer Marketing Digital Educacional

Bom amigo, é isso ai! espero que estas dicas ajude a você começar seu marketing educacional. Comece hoje! comece já!

Há, se gostou dessa postagem, clique em gostei e siga para ter acesso a mais informação sobre marketing digital para educação. Se preferi visite a nossa Página Marketing Digital para Educação no Facebook.

Indique a um amigo que trabalha com educação!

Um abraço, Barbara Coelho

 

10 Dicas para identificar sua Persona

10 Dicas para identificar sua Persona

Você sabe o que é Buyer Persona?

Nesse post você vai ver como identificar sua persona no ambiente digital. No contexto das unidades de informação (bibliotecas, arquivos, museus), essa persona é o seu usuário principal.

O que é Buyer Persona ou Avatar

Fonte: Barbara Coelho
10 dicas para saber qual a sua Buyer Persona na Educação

Ou seja, a persona é aquela pessoa (usuário) que deseja consumir o produto informacional que sua instituição oferece.

Você sabe qual é a persona da sua instituição educacional?

Na perspectiva das instituições educacionais, essa persona é o público alvo dos seus produtos e serviços educacionais.

Veja mais em Marketing Digital para Educação

Indique para um amigo que trabalha com educação.

Tecnologia, rede e mídia social: qual a diferença?

Tecnologia social, rede social e mídias sociais, onde são diferentes e quando se aproximam?

Nas discussões é lugar comum algumas pessoas associarem tecnologia social a redes sociais e, por tabela, a mídias sociais. Pensei que seria interessante escrever brevemente as diferenças entre esses conceitos e abordar como eles se relacionam. Leia a reflexão completa que foi publicada na Coluna Tecnologia e Informação no Portal Bahia Diário.

Ta sabendo da etnografia virtual?

Imagem: Secondlife.

O ciberespaço, ambiente predominantemente urbano e caracterizado pela comunicação viabilizada pela convergência de tecnologias, tem sido alvo, já algum tempo, de conteúdo de pesquisas. Uma das metodologias, que vem sendo bastante utilizadas para aproximação do conteúdo, enquanto objeto, vem sendo a etnografia, nesse espaço fluído conhecida como etnografia virtual.
Essa prática de pesquisa virtual tem origem nos aportes teóricos da antropologia e os pesquisadores se baseiam fortemente em Lévi-Strauss. No ciberespaço, a etnografia vai tratar de observar uma parcela muito pequena do fenômeno maior da sociedade. Contudo, o estudo desse efeito menor visa conferir indícios de um efeito bem mais abrangente na sociedade, que a relação proporcionada pelas tecnologias de informação e comunicação (TIC).
A etnografia virtual vem sendo uma metodologia pertinente para estudos em chats, fóruns, congressos on-lines e comunidades virtuais de ordens variadas. Envolvem a reunião de documentação a respeito do tema estudado nestes ambientes, participação, entrevistas pessoais e questionários. Tudo isso em uma perspectiva que compreende observar-participar e registrar tudo, tendo a consciência que se trata de um contexto fluído e de características desterritorializadas, onde os participantes executam papeis com maior facilidade que no ambiente “real”, ou seja, fora da internet.
Mas será que todo este esforço não esbarra, exatamente, na dificuldade de captar um fenômeno que por essência é irreal? Será que no fundo, trata-se do que PLANELLS, provocou como registro banal?