IBICT lança o Portal do Livro Aberto

O Portal do Livro Aberto em Ciência, Tecnologia e Inovação foi lançado em 15/05/2013, em Brasília, pelo Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (IBICT). O Portal tem o objetivo de reunir, divulgar e preservar as publicações oficiais em ciência, tecnologia e inovação, editadas por órgãos dos Poderes Executivo e Legislativo Federal.

Já encontrei material interessante em Educação e Ciência da Informação. Confira você também, acesse o Portal clicando na imagem a seguir.

Livro Aberto

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Formas de Representação em Ambientes Informacionais Digitais

Olá amigos do Blog Inclusão e Cognição!

Disponibilizo, a seguir, apresentação sobre FORMAS DE REPRESENTAÇÃO EM AMBIENTES INFORMACIONAIS DIGITAIS, exposta no departamenteo de Ciência da Informação da Universidade Federal de Sergipe (UFS).

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Corpos tecnológicos

Trecho da resenha do livro Corpos voláteis, corpos perfeitos: estudos sobre estéticas, pedagogias e políticas do pós-humano, de autoria de Edvaldo Couto, publicado pela Edufba em 2012. By Barbara Coelho.

A abordagem do livro é filosófica. O autor apresenta nos capítulos reflexões sobre o corpo contemporâneo. Os argumentos e defesas realizadas nos textos perpassam as questões do rejuvenescimento, comercialização e da celebração do corpo humano por meio da indústria farmacêutica, da mídia e de novos aportes pedagógicos.
Edvaldo Couto chama atenção para as potencialidades e experiências do cibercorpo imerso em uma cibercultura hiperconsumista de materiais e de informação.
Eis a mixagem dos corpos com a tecnologia, com outros corpos (humanos e não humanos) e com a informação que se eleva a categoria de duble de corpo.

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A METAMORFOSE… da inclusão à integração

Foto: Nelson Screnci

CONTRIBUIÇÕES DOS CONCEITOS DE INCLUSÃO SOCIAL E INTEGRAÇÃO PARA A INCLUSÃO DIGITAL. Por Barbara Coelho Neves

Concentração e democratização são contextos contraditórios do social que nos levam a refletir sobre o entendimento semântico do termo exclusão e seu par inclusão; como por exemplo, o que se compreende de exclusão social, ou seja, se está incluído ou excluído / integrado ou desfiliado em relação a quê? Estar excluído ou não depende da classe social que o dono do discurso está se referindo.
O medo de estar fora do modelo hegemônico é uma constante e no nosso entendimento, na formatação da sociedade atual, tem funcionado como combustível para competição por postos de trabalho. Colocando, diretamente nas mãos dos indivíduos a responsabilidade pela educação, cultura e empregabilidade. Embora que hoje as discussões da inclusão digital estejam em torno das questões ligadas à empregabilidade dos sujeitos, percebemos que foi fortemente enraizada na problemática do consumo de bens e serviços que surgiram no Brasil os debates pioneiros sobre a temática.

Com base nas análises em torno da inclusão digital observamos uma forte vertente que entende a inclusão como passagem de um estado ou de uma situação para outra, ou seja, a inserção do outro em uma condição proposta por um discurso que preza um contexto imposto, hegemônico e homogêneo. Os pontos contraditórios desta linha de pensamento são a intencionalidade e seus resultados. Pois, embora a intenção de “incluir” preze o objetivo geral de que o maior número de pessoas tenha acesso à educação, às tecnologias, ao saneamento, etc., as propostas de inserção anseiam por resultados que indiquem uma homogeneidade quantitativa.

Uma inclusão do tipo controle; proposta por aqueles que se consideram inclusos e que precisam, de tempos em tempos, controlar quem estar dentro, proporcionando o acesso àqueles que estão fora. Esses indivíduos entendidos como exclusos, na maioria das vezes, se manifestam por meio da violência, delinquência ou micro revoluções, pressionando o sistema, logo precisam de alguma forma de controle. Como uma intenção quase perfeita de controlar os problemas e mazelas do modelo capitalista.

A formação de redes no território digital

Os agentes sociais contemporâneos, embora singulares, são complexos por existirem e atuarem em rede.

As redes na concepção vertical – das quais se têm na atualidade formadas por agentes e atores – constituem uma realidade. Antes e depois dessas redes existe o espaço banal, espaço do cotidiano ou espaço de todos. Tanto o espaço banal quanto o espaço das redes (ou de poucos) coexistem no território.

O atual momento tecnológico, que propicia rapidez na mobilidade humana, material e de circulação de vários fluxos imateriais no ciberespaço, não está condicionado à desterritorialização. Compreende-se que o ciberespaço é um dos vetores que proporciona a mobilidade enquanto relação social, podendo indivíduos, grupos e coletividades estarem em vários lugares ao mesmo tempo.

O território se movimenta por meio do funcionamento, operação, estruturação e crescimento das redes sociais. Uma rede funciona por meio de conexões entre diferentes pontos e elementos articulados transformando-os em ‘nós’.

Diante desse contexto, verifica-se a estruturação de uma sociedade alicerçada em tecnologias de informação e comunicação que potencializam ainda mais as complexas redes, proporcionando transformações profundas nas atividades humanas.

Fim da Web

Fim do e-mail, o HTTP já era e morte da Web… Entretanto, do que se trata? O que deu origem a se decretar a WWW como morta?
Tudo começou com a publicação de um artigo na prestigiada revista dos EUA Wired Magazine, assinado pelo editor-chefe, Chris Anderson, intitulado “The Web is Dead” (“a Web morreu”). A publicação impulsionou uma série de debates a respeito do que vem causando o declínio dessa “jovem”, nascida há duas décadas. Leia o artigo completo no Observatório da Imprensa.

Alfabetização Informacional

O termo americano Information Literacy tem as seguintes traduções/descrições em português: Competência Informacional, Literacia Informacional, Literacia em informação, Alfabetização em informação, Alfabetização Informativa, Mediação Informacional.
Este é um tema que também perpassa os estudos sobre inclusão digital, pois para se participar de maneira ativa da cibercultura é preciso se ter alguma alfabetização informacional. Acredito que esta antecede ou é impressindível ao letramento digital. Clique a seguir e veja o estado da arte sobre o tema.
Estado da Arte - Alfabetização informacional

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